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Archive for the ‘Psicologia Política’ Category

G. Therborn, sociólogo marxista (Cambridge), estará no Brasil para lançar “Do Marxismo ao Pós-Marxismo?” E, em entrevista à Eleonora de Lucena (Folha, Ilustríssima) situa os atuais movimentos de esquerda como “defensivos”, “incapazes de virar o jogo político”.

Segundo ele, o crash financeiro e a aceleração da desigualdade econômica não colocaram a esquerda na ofensiva social em lugar nenhum. Os grandes protestos, portanto, têm sido claramente lutas defensivas.  Mas, como explicar isto?

Acredito que ele nos dá uma boa chave para a interpretação quando diz que muitas mudanças estão acontecendo sem uma causa em comum“. Crash financeiro de um lado, Primavera Árabe de outro; Crise econômica na Europa de um lado, crescimento dos Brics de outro. A questão é que nada estaria tão fortemente conectado numa relação de causa e efeito.

O que parece ridículo, num mundo cada vez mais interligado por redes de comunicação. Mas, não é esta a questão, podemos até estar conectados pelas redes, mas não estamos motivados pelos mesmos problemas.

Isso não estaria fazendo com que os movimentos sociais perdessem sua maior conotação política? Sua capacidade de integração? É algo a se pensar. Por vezes não há como não ver em certos movimentos sociais um arremedo de luta política, principalmente aqueles que nascem das redes sociais. São agregadores, são! mas são impotentes, são acessórios, são esteticamente interessantes, mas potencialmente fracos. Parecem-me mais produtos para a mídia e, logo após, visibilizados, trazem o prazer e logo são esquecidos.

Therborn também comenta sobre a democracia (em seu sentido limitado, de eleições competitivas) e nos diz que ela não corre sérios riscos. Concordo, mas isso não quer dizer que ela não perca cada vez mais substância sob populismos e autoritarismos disfarçados. Mas, por que isto?

As crises econômicas atuais não são suficientemente fortes para incrementar a miséria e o desespero, segundo Therborn, como na década de 20 e 30.

O mundo, me parece, está cada vez mais conectado, mas, justamente por isso, as relações se tornaram mais complexas. Não há um determinismo simples do tipo centro-periferia. Isso, certamente, vai exigir uma nova forma de ação dos movimentos sociais.

Mas, aí esbarramos em outro problema: a força ideológica do individualismo atual, essencialmente burguês (consumista), de um lado, e outro individualismo existencial (afirmação do estilo de vida individual). Parece que vai sobrar pouco espaço para a solidariedade e para a empatia com o outro.

Therborn toca em assuntos centrais. Talvez não ofereça a melhor saída, mas nos leva a pensar. A mim, interessa dizer que vejo o mundo, embora conectado pela comunicação, desconectado na luta política, sem interesses comuns e marcado por um individualismo exacerbado e… politicamente impotente. Vamos ver no que isso vai dar.

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Considerações sobre a Participação Política e a Apatia.

Quais as principais motivações para se participar? E quais as principais razões para não se participar?

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Nesta última quarta-feira a noite, sentado no sofá, mais ou menos por volta do horário do Jornal Nacional, me vejo surpreendido por uma propaganda institucional do PC do B. Não considerei supreendente o fato em si pois vez por outra há sempre uns instantes de propaganda partidária, mas foi o teor, o conteúdo desta propaganda partidária.

Num instante, me aparece o Netinho de Paula, membro do PC do B, numa propaganda institucional que, confesso, me deixou um pouco desconcertado, pelo menos por alguns instantes. Na aparição de Netinho, o partido o apresenta como alguém que veio de baixo e que conhece bem o povo e suas dificuldades e que nada melhor que uma pessoa assim para “cuidar” de nós.

Ora, ora, é justamente aí que reside meu desconcerto momentâneo. Quem imaginaria o PC do B, um partido classista, ter virado mais uma vítima desse neopopulismo que expande-se nos tempos atuais. Ora, ora, eu não quero que “cuidem” de mim. Não é esse o melhor discurso para a cidadania e para a emancipação do indivíduo. É um discurso paternalista, populista.

Bem, mas como eu disse, meu desconcerto foi momentâneo, logo lembrei que esse neopopulismo está mais do que fazendo escola, está fazendo seguidores, e todos com uma história triste para contar sobre a vida. lamentável para a democracia e para o que ainda resta de “esquerda”, pelo menos nas siglas.

Mas, nenhuma desilusão. Apenas constato um dado da realidade. Ou estou tão errado assim?

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Os 6 anos do mensalão, suas origens políticas e o modelo que o perpetua.

Dificil pensar e escrever sobre corrupção sem uma forte indignação. Mas, é bom pensar sobre o que existe de fragilidade política nas relações entre o Executivo e o Congresso para não se ficar acreditando que tudo é culpa da “mídia” ou de “políticos inescrupulosos”. Talvez nós também tenhamos alguma culpa no cartório. Clique no link acima para ler.

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F. Jameson e a necessidade de uma Dialética Espacial.

Rápidas ideias acerca do necessário entendimento das novas configurações de poder trazidas pela globalização.

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Se tem algo revelador nesta nova crise política envolvendo o Ministro Palocci é que as fronteiras entre os interesses públicos e privados, no mundo da política, continuam carentes de melhor definição.

Embora, idealmente, compartilhe da necessidade de uma maior presença do comportamento ético na vida política, tento evitar análises moralistas que me impeçam de ver a realidade da política. Mas, mesmo com este “realismo” não acredito que seja justificável teses que naturalizam a corrupção como algo inevitável na política.

Pode até ser que nunca acabe mas, daí a naturalizar a ideia de que a corrupção é inevitável vai um longo caminho e, pior, pode servir para banalizar o ato de corrupção e, por fim, reduzir sua importância.

Como sair dessa enrascada? Adotando a postura de que, mais que um apelo ético devemos lutar por uma legislação mais dura e eficiente. Isto não significa o abandono do apelo ético, mas significa que não podemos esperar que ocorra uma conscientização por parte do homem político de que ele está a serviço de interesses públicos e não particulares. Essa conscientização poderá até ocorrer, mas num processo dialético com cobranças por parte da opinião pública, e uma legislação mais dura e eficiente.

Mas, é aí que reside uma das principais deficiências brasileiras, ou seja, a eficiência legislativa. Vejamos os exemplos recentes, partindo de comentários de daniel Bramatti e José Roberto de Toledo hoje, no O Estado de S. Paulo. Segundo os jornalistas, o caso Palocci destaca o “vácuo legal” existente em torno da questão dos interesses públicos e privados.

As questões, porém, não avançam. Mas, haveria interesse do Congresso em fazer avançar? Talvez, seja uma questão que precise de um forte impulso vindo de “fora”, como opinião pública, organizações da sociedade civil, imprensa e judiciário.

O governo do PT com toda esta ampla maioria que possui no Congresso nacional bem que poderia fazer valer aquilo que defendeu durante muito tempo em que estave fora do poder: Ética, disposição para investigar e punição à corrupção.

Mas, desde que está no poder o PT só tem acumulado casos em que não se diferencia em nada de velhas práticas patrimonialistas e de corrupção. Tudo virou uma questão de “conspiração”. Desse jeito não avançaremos nem um milímetro. O projeto de poder, de qualquer partido, qualquer um mesmo, parece que não se coaduna com um corportamento público e republicano adequado. Nesse aspecto, ainda estamos muito longe de superar o elitismo que tanto marcou a história da sociedade brasileira.

É impressionante como o “poder”, com todos os seus mimos e privilégios, faz desaparecer qualquer disposição para a luta contra a corrupção. Por isso, sempre penso: Por que tantos benefícios aos políticos? São servidores públicos… só isso! Mais que isso é sustentar os mesmos privilégios da antiga colônia brasileira, embora sob roupagens, por vezes, paternalistas e populistas. Atitudes que pouco têm a ver com a democracia e sim com o paternalismo que infantiliza os indivíduos.

O caso Palocci, então, é só mais um exemplo de como a corrupção pode se aperfeiçoar rapidamente, pois, se no caso do mensalão o que predominou foi um esquema partidário para acumular recursos de caixa dois e montar uma base parlamentar, hoje, parece que a prática da “consultoria” (“tráfico de influência”?)é uma boa forma de arrecadação de recursos. Não se tem certeza de nada, mas quem poderia eliminar com as dúvidas (Palocci) não fala nada. Só me resta continuar acreditando nas acusações.

Não podemos esquecer que, na política não vale muito aquela tese que é da cidadania (“inocente até prova em contrário”), até porque há, para o político, uma absoluta necessidade de ser transparente e responder sempre que for solicitado. Nesse caso, se não dever nada, o ônus fica sempre com os acusadores que se desmoralizam, mas… se o “acusado” não se defende e não é transparente… vou continuar achando que não é só fumaça que existe.

Com sua ampla base de apoio no Congresso o PT bem que poderia fazer avançar questões importantes para a republicanização da política. Mas, as esperanças já foram enterradas. E é muito lamentável ficar lendo e ouvindo coisas do tipo: “mas todos fazem isto…”. Este foi um dos principais legados de Lula: Toda e qualquer crítica virou sinônimo de corrupção e o PT acabou reclamando para si os mesmo privilégios das elites mais sórdidas da vida política que, de alguma forma, sempre estiveram por aí, contaminando e ditando as regras do jogo político.

Não adianta, também, ficar partidarizando as discussões. A corrupção não é própria de partido A ou B.É uma prática generalizada que precisa ser combatida no interior de cada partido.

Realmente, não dá para ficar apelando-se a um comportamento ético. É preciso uma resposta mais dura e eficiente por parte da opinião pública e da lei.

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O ressentimento na cena política – I.

Aqui, começo a discutir um tema, o do RESSENTIMENTO, a partir de uma leitura de Maria Rita Khel, e tento aplicá-lo à cena política mostrando que surge, não só na vida psíquica do indivíduo, mas na relação dos diversos setores sociais com o poder e a política.

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Um lugar entre o psíquico e o social – II.

Voltando à questão das “raízes psicológicas da política”.

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É interessante como a recusa de um convite pode ser tão elucidativa. O ex-presidente Lula não compareceu ao almoço oferecido para o presidente norte-americano e se ouviu falar de todo tipo de justificativa por parte dele. Nenhuma fez sentido, talvez pela razão última ser de ordem muito pessoal. Quem sabe?

Enfim, o fato é que muito foi conversado. Dos demais ex-presidentes praticamente não se ouviu nada, mas de Fernando Henrique, que sempre foi ouvido com atenção, se ouviram comentários dando conta que estaria ocorrendo mais “civilidade” por parte do governo Dilma. Essa fala de Fernando Henrique foi muito significativa e tem um poder de síntese extraordinário (e de provocação, é claro!).

A “civilidade” é algo que sempre foi trazido à tona diante da necessidade de se estabelecer uma clara diferença em relação aos “bárbaros”. Então, o que o ex-presidente Fernando Henrique quis, de fato, dizer? Estabelecer uma diferença, não só uma simples diferença, mas uma diferença marcante e positiva em favor do governo Dilma, confrontando-o diretamente com o governo Lula. Isso é que chamo de uma “cutucada intelectual”.

O fato é que, acostumado a se utilizar da “comparação” para medir o seu governo em relação ao de Fernando Henrique, Lula está virando alvo de comparações, só que em posição diferente, ou seja, ele agora é o “passado”. Mas, insisto, qual a razão de Fernando Henrique fazer esta comparação com base na “civilidade” de Dilma?

Não deixa de existir aí aquilo que conhecemos bem como uma espécie de “reconhecimento” do governo Dilma. Como se o governo Dilma estivesse recebendo não só um agrado, mas um sinal claro de que “está indo bem”, algo como uma “aceitação intelectual”, uma “benção”. Este talvez sempre tenha sido o lado “arrogante” que sempre permeia o termo “civilidade”, agora colado à Dilma. Mas, tudo bem, Fernando Henrique é um intelectual e sabe muito bem como usar as palavras, principalmente aquelas que, de um lado, elogiam, de outro condenam, e de outro ainda, abençoam.

Mas, além deste significado de “aceitação” por parte da elite da sociedade, o termo civilidade inspira outras observações. Ele demarca, como disse, um território, agora entre Dilma e Lula. É justa essa demarcação? Acredito que sim. Embora com muito pouco tempo de governo já existem “sinais” de que o governo Dilma terá seu estilo próprio. E aí pode estar residindo a razão última para explicar toda essa diferença.

A última pesquisa Datafolha já mostrou que a popularidade de Dilma foge àquele simplismo eleitoral que marcou as duas últimas eleições presidenciais, ou seja, ela avança bem em todos os grupos sociais, quase de forma idêntica. Por outro lado, seu comportamento com relação à pressão dos sindicatos (quando do aumento do salário mínimo) e sua postura em recusar-se mediar a situação líbia (quando solicitada por Kadafi) foram sinais claros de “civilidade”. É neste sentido que Dilma vai se transformando em uma governante muito mais “palatável” para o conjunto da sociedade.

O que mudou, então? A postura de Dilma contrasta com o estilo “nós x eles” que dominou o governo Lula desde após o escândalo do mensalão. Foi a partir dali que, qualquer tentativa de um governo de consenso foi dissipada. Lula governou muito mais tempo com base no “nós x eles” e isso, inquestionavelmente deixou marcas, quase cicatrizes. Foi um discurso duro, de sobrevivência após o escândalo do mensalão, e que se revelou eleitoralmente fantástico para sua reeleição e para a eleição de Dilma.

A questão é que, pelo seu estilo, Dilma talvez não saiba continuar reproduzindo o “nós x eles”. Foi isso que Fernando Henrique quis dizer quando falou em “civilidade”. Há claras diferenças de estilo, pelo menos por enquanto. É como se Dilma não desse sinais de manter viva a dinâmica do “conflito” sempre bem utilizada por Lula.

Por seu lado, o ex-presidente Lula, dois dias depois, em jantar com a comunidade árabe, classificou como “hilariante” o comportamento da oposição em elogiar Dilma por ser “diferente” dele. Lula disse que se Obama falou bem do Brasil foi porque ele, Lula, pegou o país de um jeito e o transformou numa potência. E, aproveitou para negar qualquer continuidade em relação ao governo Fernando Henrique (ora, se a política econômica é a linha mestra de um governo, é claro que houve continuidade), além de dizer que Dilma sim é a sua continuidade.

Lula, no jantar, também criticou Obama, dizendo que a cara do terror não é a de um latino-americano, nem a de um árabe, e sim norte-americana. Mas, em seu discurso também disse que tinha muito orgulho em ter passado o governo a uma mulher que foi “perseguida e torturada” (onde está a mãe, doce e meiga, do PAC?), sinal que prestou bem atenção no discurso de Obama no Teatro Municipal e em seus elogios ao passado de Dilma.

Lula vai ficar assim por algum tempo. Ele vive um momento de encontrar o seu espaço. Seu novo espaço, que já não é mais o de presidente, nem de centro das atenções. É na busca por este novo lugar que ele procurará manter, de forma integral, a ideia de que seu governo “não acabou” e que Dilma é um prolongamento. Realmente, Lula não está trabalhando com a possibilidade de seu governo ter passado, de existir um “pós-Lula”, como o ex-ministro Malan já havia anunciado em artigo no estadão em 13/03/05.

É interessante, mas, para Lula, seu principal inimigo neste momento não é ninguém da oposição, mas o “estilo” de Dilma. Se ela continuar assim, atenua a dinâmica conflitiva embutida no discurso do “nós x eles” de Lula e transforma Lula em “passado”, e ele terá que aprender a viver como… Sarney, Collor, Itamar e Fernando Henrique, representando o passado recente do Brasil e interferindo na politica sempre que necessário. Será que ele aguenta? Improvável. Ainda teremos bons capítulos nessa novela, cujo capítulo mais atual intitulou-se “civilidade”.

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Recentemente Dilma esteve em reuniões com sindicalistas e um dos temas que sobressaiu das conversas é a possibilidade de flexibilização na cobrança da contribuição sindical, que passaria a ser legítima a partir de aprovação em assembléias com os sindicalizados. Este é um exemplo da “tensão” e da “turbulência” que tem marcado a relação de Dilma com as centrais sindicais neste início de governo. Logo em seguida, vemos movimentos de Alckmin e de Aécio no sentido de se aproximarem de lideranças sindicais, inclusive convidando-as a participarem de cargos no governo. Ora, daí três coisas me chamam a atenção imediatamente:

1) A “tensão” de Dilma com o sindicalismo é apenas mais um movimento no sentido da flexibilização daquele monopólio político levado a cabo por Lula, que “abraçou” alguns movimentos sociais e “cuidou” deles. Agora, em uma nova fase de “reorganização” da máquina do Estado tais relação paternais podem começar a ser questionadas. Dilma pode estar assumindo o papel de “mãe suficientemente boa” (Winnicott), ou seja, aquela que não deixa de dar atenção a seus filhos, mas não impede que eles cresçam buscando alguma autonomia. É essa autonomia que as centrais sindicais devem se acostumar. O que Dilma faz, nada mais faz que ir em direção à uma maior flexibilização das relações entre capital e trabalho (tema no qual o Brasil é campeão em sustentar tradições). Não quero levar esta discussão para o “neoliberalismo”, mas Dilma é ou não a grande responsável pelo maior “gerenciamento” do capitalismo brasileiro na atualidade? E o que ela está fazendo é cuidar mais da casa. Pelo menos é isso que deixa transparecer. É claro que esta “tensão” não se transformará em “colisão”, é apenas uma “discussão de relação”.

2) O “namoro” do PSDB com lideranças sindicalistas é desprovido de um verdadeiro “afeto”. Uso esta linguagem somente porque falei de “namoro”. Mas, o que, de fato, o PSDB tem a ver com o sindicalismo? Que tipo de namoro pode surgir daí? Me parece que, somente, uma relação baseada em interesses imediatos e oportunistas. Representaria algo significativo para o partido e a oposição no médio e longo prazo? (estou falando em eleições) Não acredito. Isso não significa que o partido ou a oposição não tenham uma posição e propostas em relação ao sindicalismo, mas querer um “namoro” a esta altura do campeonato… soa como cômico. O que o PSDB está fazendo é aproveitando um momento de “discussão de relação” de Dilma com o sindicalismo para se insinuar e colocar sua sedução para funcionar.

3) É de se perguntar, legitimamente, qual o papel do sindicalismo na política atual. Como a sociedade enxerga o sindicalismo? Como os próprios trabalhadores enxergam o sindicalismo? Como a sociedade enxerga o sindicalismo? Como uma representação legítima? Como “máquina” e aparelhamento? Honestamente, não vejo razões que transformem o sindicalismo em uma “noiva” a ser tão desejada assim. Falo isso olhando para a política atual e em como a sociedade está se comportando.

Seria um simples “affair” do PSDB… ou um caso mais explícito de “relação a 3”? Não vai dar futuro! O que não exclui ganhos oportunistas e imediatistas, como dissemos. Não seria o momento do PSDB se posicionar nacionalmente com relação à estas questões espinhosas sempre que surgissem? O dia a dia da política acaba atrapalhando.

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